
O alimento de rua mais icônico do Brasil — croquetes em forma de lágrima com casca crocante e dourada envolvendo um recheio de frango desfiado cremoso e temperado.
Coxinha (literalmente 'pequena coxa') é um dos salgadinhos mais amados do Brasil — lanches salgados vendidos em padarias, bancas de rua e mesas de bufê de festa em todo o país. A forma distintiva em lágrima é dita mimar uma coxa de frango. A massa é feita de caldo de frango e farinha, dando um sabor único, então recheada com uma mistura cremosa de frango desfiado, queijo creme e ervas antes de serem passadas no pão ralado e fritas profundamente a uma crosta dourada estalante.
Serve 6
Aqueça óleo de oliva em uma frigideira em fogo médio. Refogue a cebola por 5 minutos até ficar macia, então adicione o alho e cozinhe 1 minuto mais. Adicione o frango desfiado, páprica e uma pitada de sal. Mexa bem e cozinhe por 2 minutos. Remova do fogo, dobre o queijo creme e salsa até ficar cremoso e coeso. Tempere a gosto. Deixe esfriar completamente.
Leve o caldo de frango para fervura em uma panela. Adicione uma pitada de sal e despeje toda a farinha de uma vez, mexendo vigorosamente com uma colher de madeira. Cozinhe em fogo médio, mexendo constantemente, por 3–4 minutos até a massa se afastar das laterais e forme uma bola macia. Transfira para uma tábua levemente enfarinhada e amasse por 2 minutos até ficar macia e maleável. Deixe esfriar até ficar manuseável.
A massa deve ser macia mas não pegajosa — se colar em suas mãos, amasse um pouco mais de farinha.
Divida a massa em 20 bolas iguais. Achate cada bola na sua palma em um disco cerca de 8 cm de largura. Coloque uma colher de chá generosa do recheio de frango no centro. Traga as bordas da massa para cima ao redor do recheio, pressionando firmemente para selar, e molde em uma lágrima apontando o topo e arredondando o fundo.
Configure uma estação de cobertura: ovos batidos em uma tigela, farinha de rosca em outra. Mergulhe cada coxinha moldada primeiro no ovo, deixando o excesso pingar, então role na farinha de rosca para cobrir completamente. Coloque em uma bandeja coberta com papel de manteiga.
Aqueça óleo vegetal para 175°C em uma panela profunda ou fritadeira. Frite as coxinhas em lotes de 4–5 por 3–4 minutos, virando ocasionalmente, até ficarem douradas profundas e crocantes. Remova com uma colher de fenda e drene em papel de cozinha.
Sirva imediatamente enquanto quente e crocante. Coxinhas são tradicionalmente comidas com um toque de molho quente ou um molho catupiry cremoso.
Deixe o recheio esfriar completamente antes de moldar — recheio quente vai tornar a massa impossível de manusear.
Coxinhas podem ser moldadas e refrigeradas um dia antes, depois fritas pouco antes de servir.
Para crispeza extra, passe duas vezes no pão ralado ao mergulhar no ovo e farinha de rosca duas vezes.
Prove e ajuste sal no final — sabores se concentram conforme líquidos reduzem, e uma pitada final de sal grosso aguça todo o prato.
Recheie com uma mistura de frango desfiado e catupiry (um queijo creme processado brasileiro) para a versão clássica de São Paulo.
Uma reviravolta moderna popular usa jaca desfiada e queijo creme para uma coxinha vegetariana.
Vegetariana: substitua a proteína por cogumelos rei ostra assados, tofu defumado ou grão-de-bico cozido — ajuste o tempero ligeiramente para cima para compensar.
Mais picante: adicione uma chile fresca finamente picada ou uma colher de chá de pimenta Aleppo/Urfa moída aos aromáticos para calor quente e em camadas em vez de um único toque afiado.
Coxinhas moldadas e não cozidas mantêm na geladeira por até 24 horas. Coxinhas cozidas podem ser reaquecidas em um forno a 180°C por 8–10 minutos para restaurar crispeza.
A origem da coxinha é traçada ao final do século 19 em São Paulo estado, onde um cozinheiro em uma propriedade nobre reputadamente a criou para um príncipe que comeria apenas coxas de frango. Quando uma coxa inteira não estava disponível, o cozinheiro improvisou envolvendo frango desfiado em massa e moldando para parecer a peça. O lanche se espalhou de cozinhas aristocráticas para se tornar um dos alimentos de rua mais democráticos do Brasil.
Sim. Pincele com óleo e asse a 200°C por 20–25 minutos até dourar, mas a textura será menos crocante.
Sim — a maioria dos componentes pode ser preparada até um dia antes e refrigerada separadamente. Reaqueça gentilmente e assembleie pouco antes de servir para que as texturas permaneçam distintas.
Fique perto do papel que cada ingrediente desempenha: substitua aromáticos por semelhantes (chalota por cebola, limão por limão), e mantenha o equilíbrio de gordura-ácido-sal intacto. Misturas de especiarias geralmente podem ser aproximadas com o que está no armário.
Autenticidade fica em um espectro — o que importa mais é honrar a técnica e o equilíbrio de sabores. Se o prato souber harmonioso e respeitar como cozinheiros em sua região natal o construiriam, você está em terreno sólido.
Por porção (200g) · 6 porções totais
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